Terça-feira, Novembro 15, 2005

mudança: eterno coringa?


Outro dia assisti uma entrevista em que se falou que as promessas das próximas eleições serão mais objetivas (pragmáticas) do que movidas por uma missão ética. Os eleitores não estariam mais dispostos a ouvir o recorrente discurso da mudança diante da acentuada queda na credibilidade que os políticos sofreram neste ano. Santo ou pagão, que cada candidato mostre a que veio.

Fiquei esperando uma chance em que eu pudesse verificar a validade dessa teoria. A primeira oportunidade veio na semana passada. O presidente nacional do PMDB, Michel Temer, foi à televisão para dizer que no ano que vem não formará base de apoio para nenhum governo e que lançará candidato próprio (leia-se o destemido Antony Garotinho) e "mudaremos o país".

Ou eu preciso de mais exemplos antes de jogar fora essa teoria ou reivindicar uma tarefa messiânica continua sendo um bom coringa.

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ver também quem precisa de salvador da pátria? de 30/10

Não estranhe se vez ou outra eu lincar essa postagem. Junto dela há também um comentário que complementa muito bem o que disse lá e aqui.

Foto: google imagens






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