Terça-feira, Agosto 08, 2006

Outra linha de pesquisa

Assim, como Ezequiel, eu desenvolvi ao longo de um ano, uma pesquisa de iniciação científica. A Minha área é voltada para a responsabilidade social do jornalista e o jornalismo como serviço público, tendo como veículos de estudo a televisão e a revista. É fundamental que esta discussão seja feita, pois a notícia e as informações intereferem na nossa realidade, criam pânicos, lutas e satisfações. Assim, buscou- se entender um pouco dessa influência exercida pelo papel social do jornalista na sociedade e a crise dos valores jornalísticos.

A ABORDAGEM JORNALÍSTICA SOBRE A VIOLÊNCIA PELO VIÉS DA TELEVISÃO E DA REVISTA

"As questões sociais pertinentes ao profissional de jornalismo, muitas vezes, são prejudicadas pelas situações de trabalho e medidas inadequadas de organização da apuração das pautas. Para tanto, buscou –se estudar a perspectiva do jornalista como prestador de um serviço público (a mediação ao acesso às informações) e a sua responsabilidade social para com seus leitores(no caso das revistas) e telespectadores. A partir dessa temática, foram estudados os veículos : televisão, estudo de caso do Jornal Nacional, e revistas, estudos de caso da Veja e da Istoé. Assim, com o objetivo de resgatar a responsabilidade social do jornalista e o jornalismo como serviço público foram analisadas as abordagens jornalistas sobre a problemática da violência nos meios de comunicação já citados. Além disso, teve –se colaboração por meio de entrevistas e informações em endereços eletrônicos na Internet como “sites” e “blogs”. A pesquisa foi realizada para identificar como as influências dos jornalistas interferem na sua forma de apuração das reportagens independente do veículo e formato editorial que trabalham. Logo, as matérias chaves de estudos de caso foram o tratamento aos problemas de violência no Rio de Janeiro comparados aos ataques terroristas do Iraque e a Semana do terror na França devido à problemática social dos imigrantes. Apesar da diferenciação da linguagem jornalística entre os veículos, percebeu-se que o enfoque da notícia eram os mesmos: a busca pelo sensacionalismo e a falta de contextualização das informações" - Juliana Farias

5 comentários:

Lucas disse...

é né, estamos no Brasil...
infelizmente é assim, mas ja parou pra pensar que amanha pode ser voce?
é dificil comentar sobre essas coisas.
De qualquer forma, agradeço ao ezequiel por ter me citado no outro post. Voce conhece a priscila? do espaço ambiental? vou mostrar pra ela :D

ezequiel vieira disse...

claro q eu conheço, Lucas! somos da mesma turma e inauguramos na ufes a disciplina de jornalismo online

em março de 2007, próximo período, tb teremos um laboratório de online

abrc

ezequiel vieira disse...

Juliana, lendo seu resumo lembrei de uma análise, publicada na revista Comunicação e Política em 1995, sobre a forma como a imprensa do Rio fazia o noticiário de violência

o nome é 'Mídia-Tribunal. A construção discursiva da violência: o caso do Rio de Janeiro'. O artigo é muito bom e tb usei algumas coisas no meu projeto. Se quiser, na segunda eu te passo

Juliana de Farias disse...

Ok, quero sim. beijos juju. Feliz niver, em grande estilo.

Juliana de Farias disse...

Lucas, priscila é minha amiga. Até mais, ju