Segunda-feira, Setembro 11, 2006

11 de setembro

"A mídia não era o alvo. Era o objetivo. Precisava ser acionada e explorada ao máximo. Para magnificar. O terror funciona para aterrorizar e sem divulgação não há terror. Matar é secundário, o terrorista precisa intimidar. Pela irradiação do medo obtém efeito maior: mata a capacidade de reação da sociedade. Os dezoito minutos de diferença entre os choques nas duas torres do WTC indicam que os terroristas contavam com a agilidade da mídia americana para flagrar em toda a extensão o segundo abalroamento e os dois desabamentos. Foram recompensados." continua na edição de 19 de setembro de 2001 do Observatório da Imprensa.

Segue também relatos que brasileiros que moram nos EUA fizeram em seus blogs hoje

Convivendo com o 11/09 -
"Logo que chegamos aqui, recebemos esse folheto que é um guia para a preparação para uma emergência, editado pelo nosso "county" (região do estado). O folheto explica o que é bioterrorismo, dá números de telefones onde podemos buscar informações e números de emergência. Também explica como se preparar para um ataque". continua

Madrugando - "
aqui em NY sao 5 anos daquele dia triste. Não sei se teria coragem de trabalhar naqueles predios q eles supoem construir. Muitos americanos dizem q nao. O q posso dizer é q passar ali, onde tudo aconteceu é triste. Eu nao gosto de sair por ali no metro". continua

1 comentários:

Marco Aurélio disse...

Acho que os Ianques deviam se lembrar também dos mortos do Vietnã, Iraque, da Nicarágua, e de outras matanças que eles promoveram. Sem falar nos regimes ditatoriais que se instalaram na América Latina com o apóio do Tio Sam. O número de vítimas foi bem mais elevado do que a dos atentados as torres gêmeas. De qualquer jeito sempre os inocentes é que morrem, como no caso do WTC.

Um abraço

Marco Aurélio