A tentativa de bloquear os celulares nas áreas onde se localizam os presídios capixabas deixou boa parte dos moradores de Vila Velha, Vitória e Viana sem utilizar os seus aparelhos, a não ser para ver as horas ou usá-los como despertador.
A situação está tão extrema que duas das maiores redes de comunicação do Espírito Santo não podem utilizar os próprios aparelhos celulares dentro das redações, porque na região onde elas se encontram não há sinal. As mídias, então, são fortemente afetadas por essa medida, principalmente as rádios, que dependem dos celulares para dar flashes ao vivo, além de que grande parte dos jornalistas recebe informações diretamente em seus telefones.
Para a população, pagar a conta do celular sem poder utilizá-lo possui uma causa nobre, afinal, é para obter maior segurança no Estado. O que a população não sabe porque é pouco divulgado, é que esta não é a única solução existente para evitar a comunicação entre os presos. Na matéria "Ministério diz que bloquear celular em cadeia é pouco", o jornalista Rodrigo Bittar explica que existem outros equipamentos de segurança mais eficazes, como aparelhos de raio-X e de espectrometria (que fazem a prospecção de drogas, armas químicas e explosivos), os detectores de metais e os identificadores de celular por GPS.
Existem duas perguntas básicas que devem ser feitas acerca do assunto. A primeira é se o Governo possui força suficiente para enfrentar os advogados que entram nas celas com celulares para os seus clientes. E, será que existe interesse político e financeiro em implantar equipamentos relativamente caros para reduzir o alcance dos presídios?




Lula e Fidel Castro estão em um momento bem parecido. Por aqui, Veja aposta que o presidente mantém uma conta no exterior; lá fora, a revista Forbes afirma a mesma coisa em relação ao ditador cubano. Em cadeia de rádio e TV, desde já Fidel desqualificou a matéria da revista norte-americana (huumm) e disse que está disposto a renunciar caso seja provado que ele mantém um único dólar no exterior. A informação é do 





